you're a genius all the time
Isis protégeant Osiris avec ses ailes
Thursday 5/16/2013

Isis protégeant Osiris avec ses ailes

Isis allaitante

(2 notes)

Isis allaitante

Le Pharaon Thoutmosis III est allaité par la déesse Isis qui a pris la forme d’un arbre

Le Pharaon Thoutmosis III est allaité par la déesse Isis qui a pris la forme d’un arbre

Monday 5/6/2013

communitynbc:

A daily struggle.
Saturday 5/4/2013

(8,639 notes)

communitynbc:

A daily struggle.

(Source: tollmaster)

Tuesday 4/23/2013

(2 notes)

da excelente série “chiliques de caetano”

e ainda me perguntam como eu prefiro caetano a chico. DURH

(Source: youtube.com)

mu5icliz:

germansam:

tokyosluts:

Sleeping is nice because youre not actually dead and youre not awake so its a win-win situation

It’s like being dead without the commitment.

an open relationship with death

(via oiboanoite)

(211,277 notes)

can the subaltern kick ass? 
Tuesday 4/16/2013

lalla fatma n'soumer;

can the subaltern kick ass? 

(Source: )

os danados da terra

Alors, frères, comment ne pas comprendre que nous avons mieux à faire que de suivre cette Europe-là. 

Cette Europe qui jamais ne cessa de parler de l’homme, jamais de proclamer qu’elle nétait inquiète que de l’homme, nous savons aujourd’hui de quelles souffrances l’humanité a payé chacune des victoires de son esprit. 

Allons, camarades, le jeu européen est définitivement terminé, il faut trouver autre chose. Nous pouvons tout faire aujourd’hui à condition de ne pas singer l’Europe, à condition de ne pas être obsédés par le désir de rattraper l’Europe.

L’Europe a acquis une telle vitesse, folle et désordonnée, qu’elle échappe aujourd’hui à tout conducteur, à toute raison et qu’elle va dans un vertige effroyable vers des abîmes ondt il vaut mieux le plus rapidement s’éloigner. 

Il est bien vrai cependant qu’il nous faut un modèle, des schèmes, des exemples. Pour beaucoup d’entre nous, le modèle européen est le plus exaltant. Or, on a vu dans les pages précédents à quelles déconvenues nous conconduisait cette imitation. Les réalisation européennes, la technique européenne, le style européen, doivent cesser de nous tenter et de nous déséquilibrer. 

Quando je cherche l’homme, les projets de l’homme, la collaboration entre les hommes pour des tâches qui augmentent la totalité de l’homme sont des problèmes neufs qui exigent de véritables inventions. 

Décidons de ne pas imiter l’Europe et bandons nos muscles et nos cerveaux dans une direction nouvelle. Tâchons d’inventer l’homme total que l’Europe a été incapable de faire triompher. 

Il y a deux siècles, une ancienne colonie européenne s’est mise en tête de rattraper l’Europe. Elle y a tellement réussi que des États-Unis d’Amérique sont devenus un mostre où les tares, les maladies et l’inhumanité de l’Europe ont atteint des dimensions épouvantables. 

Camarades, n’avons-nous pas autre chose à faire que de créer une troisième Europe ? L’Occident a voulu être une aventure de l’Esprit. C’est au nom de l’Esprit, de l’esprit européen s’entend, que l’Europe a justifié ses crimes et légitimé l’esclavage dans lequel elle maintenait les quatre cinquièmes de l’humanité (…)

Allons frères, nous avons beaucoup trop de travail pour nous des jeux d’arrière-garde. L’Europe a fait ce qu’elle devait faire et somme toute elle l’a bien fait ; cessons de l’accuser mais disons-lui fermement qu’elle ne doit plus continuer à faire tant de bruit. Nous n’avons plus à la craindre, cesson donc de l’envier. 

Le tiers monde est aujourd’hui en face de l’Europe comme une masse colossale dont le projet doit être d’essayer de résoudre les problèmes auxquels cette Europe n’a pas eu approter de solutions (…)

Pour l’Europe, pour nous-mêmes et pour l’humanité, camarades, il faut faire peau neuve, développer unes pensée neuve, tenter de mettre sur pied un homme neuf. 

Monday 4/1/2013

(1 note)

fanon;

A tensão entre brancos e indígenas atingira um ponto crítico, no início dos anos 80, na área ao norte do parque que havia sido extirpada pelos militares. A margem direita do rio Xingu, a partir da BR-080, vinha sendo ocupada por posseiros brancos. Raoni desejava que o governo demarcasse a terra, reservando uma área de 40 quilômetros a leste do rio, para impedir as invasões. Em fevereiro de 1984, segundo a cronologia do que ficou conhecido como a “guerra no Xingu”, publicada pelas antropólogas Vanessa Lea e Mariana Ferreira no ano seguinte, Raoni foi a Brasília, prometendo agir se a Funai não fizesse a demarcação até abril. O presidente do órgão indigenista, Otávio Ferreira Lima, assumiu um compromisso de se reunir com as lideranças do parque, na terra deles, no dia 24 de março.

Na véspera da reunião, conta Romero, Raoni o procurou. “”Cláudio”, ele disse, “passa um rádio para Brasília para saber onde é que vai descer o pessoal do presidente da Funai, se é no Kretire ou se é no Vigilante.” Kretire era o lugar onde eles moravam, 25 minutos de barco ao sul da estrada, subindo pelo rio Xingu. O posto de vigilância ficava na BR-080, com pista feita pela fab. Passei o rádio. À tarde veio a resposta que os caras não iam mais, que o presidente já tinha se reunido com os fazendeiros em Brasília. Aí os índios ficaram muito bravos.”

Segundo Vanessa Lea, naquele dia 33 líderes de diferentes povos do Xingu já se encontravam mobilizados na aldeia do Kretire, à espera do presidente da Funai. Reunidos na casa dos homens, um espaço tradicional dos mebêngôkre que fica no meio da aldeia circular, eles decidiram reagir. A ideia era anunciar às autoridades em Brasília o sequestro de quatro funcionários brancos que trabalhavam na aldeia - entre eles o próprio Cláudio Romero - e tomar a balsa motorizada que faz a travessia do Xingu na altura em que o rio corta a BR-080, interrompendo o tráfego de carros e caminhões. Só voltariam atrás se o governo aceitasse a exigência de demarcação das terras ao norte da estrada.

O primeiro obstáculo era um destacamento de doze policiais que montava guarda no posto de vigilância e garantia a segurança da balsa. Romero disse aos índios que tinha uma ideia para se livrar da polícia sem que ninguém saísse machucado. No dia seguinte, tomou um barco no Kretire e foi ter com os militares. “Eles estavam lá, tranquilos, ouvindo num radinho de pilha aquelas músicas tristes para quem tem a mãe na zona.”

O administrador do parque anunciou ao sargento encarregado da turma que iria de caminhão até a cidade mais próxima, São José do Xingu, conhecida como “Bang-Bang”. Teria que ficar na vila até tarde da noite. Se quisessem, podiam pegar carona na ida e na volta. Sem pensar duas vezes, o sargento deu ordem: “Vamos embora! Todo mundo se veste rápido!” Chegaram à cidade por volta das oito, os soldados na parte de trás do caminhão, o comandante do grupo na boleia com Romero e o motorista.

“Já na entrada do “Bangue” tinha a zona, e eles ficaram por lá mesmo”, contou Romero. “Combinei que buscava todo mundo à uma da manhã. Fomos para uma venda grande que tinha lá. Falei com o dono que precisava comprar comida, para uma reunião. Levei feijão, arroz, macarrão, óleo, bolacha. Comprei tudo que o cara tinha. E bala. Comprei toda a munição. Chumbo, pólvora, calibre 38, calibre 44, 26, o que tinha eu comprei.” Saindo dali, fizeram uma parada em outro armazém. Compraram ainda mais munição.

“E agora?”, o motorista perguntou a Romero. “Agora nós vamos passar por fora da cidade, para ninguém ver a gente.” “E os soldados? E o sargento?”, o funcionário, já nervoso, quis saber. “Eu quero que o sargento se foda, rapaz; vamos embora daqui”, respondeu. Sem a presença policial, os índios tomaram a balsa com tranquilidade e interromperam o tráfego na br-080. Romero voltou para o Kretire com o carregamento comprado fiado na cidade, preparado para aguentar o tempo que fosse necessário.

No dia 14 de abril, quase três semanas depois de iniciada a revolta, três representantes da Funai foram enviados para a região a fim de negociar com os índios. Chegaram à aldeia Piaraçu, a mais próxima do local de travessia da balsa. Raoni e o sobrinho foram encontrá-los. “Daqui a pouco, enquanto estávamos conversando”, contou Megaron, “chegou o pessoal.” Uma centena de índios. “Os caiabis logo foram tirando a roupa deles. Outros queriam bater. Nós não deixamos, controlamos a situação.” Poupados de agressões mais graves, os funcionários foram feitos reféns e levados para o Kretire.

Em seu relato, Vanessa Lea afirma que, “no clima de tensão que reinava, os índios dormiam pouco, temendo uma invasão para resgatar os prisioneiros”. Pelo rádio, eles ficaram sabendo que uma nova balsa, escoltada por oitenta policiais militares, havia saído de Cuiabá e estava sendo levada, de caminhão, para o parque. Romero disse ter proposto, então, uma marcha de 40 quilômetros, a pé, para tentarem derrubar uma ponte da BR-080 que passava sobre o rio Jarina. “Aquele monte de gente sentada, pintada de preto. Quando terminei de explicar, perguntei: “Quem quer ir?” Levantaram todos ao mesmo tempo, uns 300 índios, batendo no peito: “Bá, bá, bá.” “Eu, eu, eu.” Fomos até lá, carregando machado, gasolina e óleo diesel. Derrubamos a ponte, e isolamos os caras.”

Pressionado, o ministro do Interior do último governo militar, Mário Andreazza, aceitou se reunir com Megaron e outras lideranças jovens do Xingu, no início de maio de 84. Os caiapós acabaram conseguindo muito mais do que pediam antes da revolta. As negociações levaram o governo a demitir o presidente da Funai e a aceitar a demarcação de 15 quilômetros a leste do rio e 70 quilômetros ao norte da rodovia federal. A polícia foi retirada da área, e o controle da balsa foi entregue aos mebêngôkre. Os militares também aceitaram demarcar a área indígena Capoto-Jarina, a oeste do rio, que alcança hoje 635 mil hectares.

Os reféns foram afinal libertados no dia 2 de maio. Raoni viajou a Brasília para negociar os termos finais da troca. O ministro do Interior, além da derrota, teve que aguentar a humilhação. Na reunião para fechar o acordo, o líder caiapó puxou a orelha de Andreazza e brincou, diante da imprensa: “Aceito ser seu amigo, mas você tem que ouvir o índio.”

Tuesday 3/26/2013

Lena Dunham for Rachel Antonoff / Best Friends Fall 2013 (by garancedore)

Thursday 3/14/2013

(3 notes)

pina bausch; the man I love;

Wednesday 3/6/2013